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Com um bom plano de treino e estratégico é possível completar aquela prova sonhada, quebrar aquela marca pessoal ou para elevar o nível de performance.

O segredo do sucesso é o planejamento: essa é a palavra chave para aqueles que buscam alcançar um objetivo ou meta, seja ela qual for. Assim como é na vida, na área esportiva isso não será diferente.

A planilha de treino nada mais é do que um plano de atividades que seguem uma ordem dentro de uma programação de treino. Elas devem ser seguidas durante um período de tempo ou objetivo, e elaborada de acordo com as necessidades de cada atleta. O treinamento de um atleta iniciante é totalmente diferente de um atleta profissional, e também existe diferença de acordo com o período do ano e o tipo de competição.

Atualmente um treinador não mais precisa acompanhar pessoalmente cada atleta, pois tem a possibilidade de disponibilizar as planilhas online, semanalmente ou quinzenalmente, num site, aplicativo ou email. O atleta segue a programação e depois preenche seu diário de treino (feedback), assim o treinador saberá se está cumprindo com o planejado e também como está se sentindo. A planilha seguinte é elaborada de acordo com este feedback, e assim segue o ciclo de treinamento.

Como exemplo vamos usar uma planilha do atleta Igor Peres, que compete no triathlon e também guia o Treino Speed toda sexta feira:

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Alguns aparelhos* são importantes para o controle das seções de treino. Estes equipamentos têm sido usados cada vez mais nos últimos anos, por permitirem uma análise mais elaborada dos resultados e um desenvolvimento mais científico dos treinos:
– Cronômetro
– Frequencímetro cardíaco
– Medidor de potência
*existem relógios especificos para ajudar no controle, marcando informações como altimetria, avaliação de desempenho entre outras informações dependendo do modelo.

Também é possível treinar sem qualquer tipo de equipamento específico para controle, desde que o atleta conheça seu esforço e consiga executar os treinos dentro da zona de treino prescrita na planilha. Na verdade a escala de percepção subjetiva de esforço é um ótimo indicador, mesmo para aqueles atletas que fazem uso de equipamentos como relógio GPS. Por exemplo, a grosso modo podemos dizer que num esforço de 60% o atleta conseguiria manter um diálogo verbal sem problemas enquanto está na bicicleta ou correndo. Já num esforço de 80% sobra pouco ar para conversar.

No próximo post falarei sobre os diferentes ciclos de treinamento que atendem às diferentes necessidades e objetivos de cada atleta.

Guilherme Garcia Cunha
Bicampeão do Ironman Brasil Florianópolis na categoria 25/29
Treinador e atleta de Triathlon
CREF: 016407-G/SC

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